<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035</id><updated>2011-11-15T13:28:46.813-08:00</updated><title type='text'>Blog do BIA de Samambaia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-1947377570565275604</id><published>2011-03-14T13:44:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T13:46:34.815-07:00</updated><title type='text'>GEEMPA 2011</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;                    &lt;strong&gt;I e II Cursos Iniciais de Cinco Dias&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Alfabetização Pós-Construtivista&lt;br /&gt;Dias 17, 18, 19, 20 e 21 de março de 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Locais:&lt;br /&gt;I Curso – Sede do GEEMPA: Rua Lopo Gonçalves, 511, Bairro Cidade Baixa, Porto Alegre&lt;br /&gt;II Curso – Convento Monte Alverne: Rua São José, 584, São Leopoldo&lt;br /&gt;O I Curso é destinado aos alfabetizadores do Programa de Correção de Fluxo do Pólo Rio Grande do Sul e Santa Catarina e dos Termos de Cooperação com municípios.&lt;br /&gt;O II Curso é destinado aos interessados por conta própria, mediante pré-inscrição e pagamento de taxas.&lt;br /&gt;Terão preferência às vagas os que tiverem turma de 1º ano e possibilidade de pertencimento a grupo de estudos semanais ao longo do ano, com outros colegas alfabetizadores pós-construtivistas.&lt;br /&gt;O II Curso no Convento Monte Alverne conta com um número restrito de hospedagens no local, com diárias de R$ 40,00 que inclui pernoite e refeição.&lt;br /&gt;Após a confirmação da pré-inscrição os primeiros candidatos que demandam ocupação das vagas disponíveis para a hospedagem no local serão beneficiados.&lt;br /&gt;Nova programação do Curso Inicial de cinco dias, para implementar uma proposta didática pós-construtivista baseada na sua psicogênese, a partir de aula-entrevista com professores.&lt;br /&gt;Disciplinas da prática pós-construtivista&lt;br /&gt;Psicogênese da alfabetização – uma rede de hipóteses no processo rumo à leitura e à escrita.&lt;br /&gt;Interação social no aprender – as trocas com quem sabe mais, o mesmo, e menos, em uma turma com um núcleo comum de conhecimentos, a partir de eleição de líderes e organização de grupos áulicos.&lt;br /&gt;Didáticas da alfabetização e da matemática – quem ensina, quem aprende, como se aprende e se ensina. Pedagogia pós-construtivista – uma nova estética dos espaços ensinantes, com três tipos de aula: atividades culturais, aula-entrevista e aula coletiva (com contextualização semântica, com momentos diversificados por níveis, com jogos, com merenda pedagógica, com lição de casa).&lt;br /&gt;Disciplinas dos fundamentos teóricos pós-construtivistas&lt;br /&gt;Psicologia cognitiva: as teorias sobre o aprender – inatismo, empirismo, construtivismo e pós-construtivismo e macrogênese das aprendizagens – duplas, constelações, séries e redes.&lt;br /&gt;Saúde e educação: medicalização em educação, desmistificando a desnutrição e as doenças inventadas (hiperatividade) e a não influência de doenças no aprender.&lt;br /&gt;Aspectos antropológicos na didática pós-construtivista: relativismo e as diferenças; natureza x cultura.&lt;br /&gt;Aspectos psicanalíticos das aprendizagens – o eu, os outros e o Outro; o real, o simbólico e o imaginário; ego, id e superego; inteligência, desejo e corpo.&lt;br /&gt;Aspectos filosóficos do aprender – A verdade em questão; a obsolescência dos conhecimentos e as possibilidades de aprender.&lt;br /&gt;Face às inovações na programação, principalmente a introdução de uma aula-entrevista com os participantes dos Cursos, serão aceitos professores que já freqüentaram formação desta natureza e estes terão também prioridade nas vagas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-1947377570565275604?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/1947377570565275604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/03/geempa-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/1947377570565275604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/1947377570565275604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/03/geempa-2011.html' title='GEEMPA 2011'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-6926874461785520863</id><published>2011-03-10T04:51:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T05:01:03.952-08:00</updated><title type='text'>Não há limites para sonhar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Por Karla Precioso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conta a lenda que um atleta, amante de arco e flecha, passou muitos anos disparando suas flechas para a lua. Seu objetivo era acertar aquele alvo. No entanto, embora o tempo tenha passado sem que jamais houvesse conseguido, tornou-se o melhor arqueiro do mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim devemos agir: não desistir jamais de nossos sonhos, nem que, para isso, tenhamos que lutar vários e vários dias. A cada passo dado, nos aproximamos mais dos nossos anseios. Se desistirmos diante do primeiro obstáculo, permaneceremos sempre no mesmo lugar. E, então, não haverá conquista ou aprendizado algum para acrescentarmos à nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez você lute e não alcance exatamente aquilo que deseja, mas, acredite, ainda assim se sentirá realizada. Quando insistimos na batalha, mesmo que o resultado final não seja lá o esperado, nos tornamos mais fortes e preparadas para curtir um sonho realizado, ou então para partir em busca de um outro, mais acessível. Pense nisso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;FELIZ DIA DA MULHER!&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-6926874461785520863?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/6926874461785520863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/03/nao-ha-limites-para-sonhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/6926874461785520863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/6926874461785520863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/03/nao-ha-limites-para-sonhar.html' title='Não há limites para sonhar'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-3309648168210320106</id><published>2011-03-02T10:01:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T10:03:46.065-08:00</updated><title type='text'>Os ciclos como opção de sistema de ensino</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Bem aplicados, eles podem evitar a distorção e melhorar a aprendizagem&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Paola Gentile (pagentile@abril.com.br) Colaboração Andressa Rovani&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a publicação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1996, abriu-se a possibilidade de estados e municípios organizarem seus sistemas de ensino de forma autônoma. "...séries anuais, períodos semestrais, ciclos, grupos não seriados", diz a lei em seu artigo 23.&lt;br /&gt;Promoção automática e progressão continuada passam a aparecer mais no vocabulário da Educação nacional. Os dois instrumentos, apesar de distintos, às vezes são confundidos. A promoção automática já havia sido aplicada nas experiências de São Paulo e do Paraná, nos anos 1980, nas quais os alunos passavam da 1ª para a 2ª série sem reprovação. Porém, como em outros lugares a ideia não foi bem aplicada, passou a ser identificada com o avanço que não leva em conta a avaliação da aprendizagem. A expressão progressão continuada, então, foi adotada pelos ciclos. Nele, o estudante tem tempo maior do que o ano letivo para aprender e recebe reforço quando suas dificuldades são detectadas. Assim, pode seguir no seu ritmo.&lt;br /&gt;"A cultura escolar seriada é muito arraigada e o educador só supera essa maneira de trabalhar com a formação continuada", afirma Isa Locatelli, consultora da área de educação e ex-coordenadora do Sistema de Avaliação do Ensino Básico (SAEB). É justamente nos ciclos que o MEC pretende investir para combater a distorção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Avaliação permanente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os ciclos organizam o tempo escolar de acordo com as fases de crescimento do ser humano. Eles podem ser divididos em etapas referentes à primeira infância (3 a 6 anos), à infância (7 a 9 anos), à pré-adolescência (10 e 11 anos) e à adolescência (12 a 14 anos). Ou ainda em ciclos de dois ou quatro anos. Em 1968, o Estado de São Paulo realizou a primeira experiência no Brasil, com José Mário Pires Azanha como diretor do Departamento de Educação da secretaria estadual. A proposta, abandonada ainda no período da ditadura militar, foi retomada nas escolas estaduais paulistas e mineiras em 1984.&lt;br /&gt;O município de São Paulo implantou o sistema em 1988. Desde então, oferece aos professores e coordenadores de ensino diversos cursos e programas cujos principais eixos são o letramento e a alfabetização, a organização da escola em ciclos e a avaliação. Com a formação dos docentes, garante-se que desde as séries iniciais as crianças recebam a atenção necessária para se evitar de vez a distorção, hoje em 9,9%. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-3309648168210320106?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/3309648168210320106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/03/os-ciclos-como-opcao-de-sistema-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/3309648168210320106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/3309648168210320106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/03/os-ciclos-como-opcao-de-sistema-de.html' title='Os ciclos como opção de sistema de ensino'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-4658466273365500565</id><published>2011-02-25T03:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T04:05:15.991-08:00</updated><title type='text'>Alfabetização: 6 práticas essenciais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Conheça as ações para fazer toda a turma avançar, as características das atividades desafiadoras em cada um dos seis tópicos e os equívocos comuns.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Anderson Moço&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1 &lt;/strong&gt;Identificar o que cada criança da turma já sabe&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Avaliar o nível de alfabetização e as intervenções mais adequadas para cada aluno. Antes mesmo de entrar na escola, as crianças já estão cercadas por textos, mas o contato com eles depende dos hábitos de cada família. Assim, uma turma de 1º ano vai apresentar uma variedade enorme de saberes, com estudantes pré-silábicos (quando as letras usadas na escrita não têm relação com a fala), silábicos sem valor sonoro (representando cada sílaba com uma letra aleatória), com valor sonoro (usando uma das letras da sílaba para representá-la), silábico-alfabéticos (que alternam a representação silábica com uma ou mais letras da sílaba) e, finalmente, alfabéticos (que escrevem convencionalmente, apesar de eventuais erros ortográficos).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A atividade de diagnóstico mais comum é o ditado de uma lista de palavras dentro de um mesmo campo semântico (por exemplo, uma lista de frutas) com quantidade diferente de sílabas. Com base nela, é possível elaborar um mapa dos saberes da turma e planejar ações. Também vale usar os resultados das sondagens periódicas para informar os pais sobre os avanços de seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; Realizar atividades com foco no sistema de escrita&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Criar momentos para que os alunos sejam convidados a pensar sobre as relações grafofônicas e as peculiaridades da língua escrita. A intenção é fazer com que eles investiguem quais letras, quantas e onde usá-las para escrever. Alguns exemplos de perguntas para a turma: a palavra que você procura começa com que letra? Termina com qual? Quantas letras você acha que ela tem? É por meio de reflexões desse tipo que as crianças entendem a ligação entre os sons e as possíveis grafias. Algo muito distinto do que se fazia até pouco tempo atrás, quando vigorava a ideia de memorização. Os alunos primeiro repetiam inúmeras vezes as sílabas já formadas (ba, be, bi, bo, bu) e depois tentavam formar palavras e frases utilizando as sílabas que já haviam aprendido ("O burro corria para o correio", "Ivo viu a uva" e outras sem sentido algum). Só depois de guardar todas as possibilidades, a criança começava a escrever pequenos textos. O pior era que, em muitos casos, o momento da produção nunca chegava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ações&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desafiar os alunos a ler e a escrever, por conta própria, textos de complexidade adequada ao seu estágio de alfabetização. No esforço de entender como funciona o sistema alfabético, as crianças vão inicialmente tentar ler com base no que conhecem sobre a escrita e onde ela aparece (cartazes, livros, jornais etc.), utilizando o contexto para identificar palavras ou partes delas. As questões que o professor faz para que a criança justifique o que está escrito e os conflitos cognitivos decorrentes dessas indagações e da interação com os colegas levam à revisão de suas hipóteses.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; Realizar atividades com foco nas práticas de linguagem&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ajudar as crianças a entender como os textos se organizam e os aspectos específicos da linguagem escrita. Mais que enumerar as características dos diferentes gêneros, o importante é levar a turma a perceber as características sociocomunicativas de cada um deles, mostrando que aspectos como o estilo e o formato do material dependem da intenção do texto (por que se escreve) e de seu destinatário (para quem se escreve). "Isso se faz com a produção e a reflexão sobre bons exemplos", diz Neurilene Martins, coordenadora do Instituto Chapada, em Salvador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ações&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As atividades mais consagradas são a leitura em voz alta e a produção de texto com o professor como escriba. Nas situações de leitura, o docente atua como um modelo de leitor: ele questiona as intenções do autor ao escolher expressões e palavras, retoma passagens importantes e ajuda na construção do sentido. Já nas ações de produção de texto oral com destino escrito, ao propor que os estudantes ditem um texto, ele discute a estrutura daquele gênero, escreve e revisa coletivamente, sugerindo alterações para tornar a composição mais interessante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; Utilizar projetos didáticos para alfabetizar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contemplar, na rotina da classe, um processo planejado com a participação dos alunos que resulte em um produto final escrito (uma carta, um livro, um seminário etc.). Esse tipo de organização do trabalho preserva a intenção comunicativa dos textos (informar, entreter etc.), respeitando o destinatário real da produção. Com isso, fornece um sentido maior para as atividades a ser realizadas pelos alunos, já que eles sabem que o resultado final será lido por outras pessoas, além da professora. Nos projetos didáticos, as crianças enfrentam situações e desafios reais de produção. "Com isso, aprendem usos e funções da escrita enquanto aprendem a escrever", explica Cristiane Pelisssari. Uma das principais vantagens do trabalho com projetos didáticos é a possibilidade de articulação entre momentos de reflexão sobre o sistema alfabético e sobre as práticas de linguagem. Outro ponto positivo é a criação de um contexto para a leitura e a escrita: por estarem debruçados sobre determinado assunto, os alunos conseguem ativar um repertório de conhecimentos sobre o tema que estão pesquisando para antecipar o que ler e saber o que escrever.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ações&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Geralmente, os projetos estão relacionados à pesquisa de temas de interesse da criançada. Os alunos são convidados a buscar informações, relacionar conhecimentos, realizar registros, produzir textos e revisá-los. Uma das vantagens dos projetos é que eles proporcionam uma organização flexível do tempo: de acordo com o objetivo que se pretende atingir, um projeto pode ocupar somente alguns dias ou se desenvolver ao longo de vários meses.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; Trabalhar com sequências didáticas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lançar mão de série de atividades focadas num conteúdo específico, em que uma etapa está ligada à outra. Na alfabetização, as sequências podem ser usadas para focar aspectos tanto da leitura como do sistema de escrita.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ações&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na leitura, uma opção é ler com as crianças diferentes exemplares de um mesmo gênero, variadas obras de um mesmo autor, textos sobre um mesmo tema ou versões de uma mesma história. A sequência deve estar ligada aos propósitos leitores que se quer aprofundar. Se a ideia é ler para saber mais, a sequência deve contemplar as diversas etapas de pesquisa, da localização ao registro de informações. Se o objetivo é a leitura para entreter, a turma pode avaliar os recursos linguísticos utilizados para provocar suspense, comicidade etc. e criar um arquivo de expressões úteis para as próprias produções. Uma sequência semelhante pode ser preparada para apresentar desafios relacionados ao sistema de escrita. Numa lista de livros de bruxa, por exemplo, a garotada pode ser convidada a criar um título que tenha palavras específicas (como "a bruxinha malvada").&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt; Incluir atividades permanentes na rotina&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Prever atividades diárias para colocar os alunos em contato constante com determinados conteúdos importantes para conseguir ler e escrever de forma convencional. "No caso da escrita, o domínio do sistema alfabético requer sucessivas aproximações e tentativas de escrever adequadamente", afirma Neurilene Martins. Outro foco é a aprendizagem de procedimentos e comportamentos leitores e escritores: por onde e como começo a ler? Como tomar pequenas notas na hora de pesquisa? Como expressar preferências literárias e trocar informações sobre os livros?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ações&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em termos de escrita, destaque para listas, textos de memória (como parlendas e poemas) e atividades com o nome próprio e os dos colegas de classe e com a troca de recomendações literárias. Quando se trata de ler, a possibilidade mais consagrada é a leitura diária feita pelo professor em voz alta de textos variados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-4658466273365500565?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/4658466273365500565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/alfabetizacao-6-praticas-essenciais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/4658466273365500565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/4658466273365500565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/alfabetizacao-6-praticas-essenciais.html' title='Alfabetização: 6 práticas essenciais'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-7385239062057496947</id><published>2011-02-23T04:46:00.000-08:00</published><updated>2011-02-23T04:57:14.614-08:00</updated><title type='text'>Estudantes com dislexia têm dificuldade em se concentrar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Alunos com dislexia costumam passar por situações constrangedoras até que seja detectado o problema que os impede de acompanhar a turma. Com o tratamento adequado, eles podem aprimorar o rendimento na escola&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;                                                                                                                                          Rayanne Portugal&lt;br /&gt;Publicação: 08/02/2011 07:54&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Quando o jovem Bruno Mesquita, 10 anos, entrou para a escola, familiares e professores ficaram preocupados com as dificuldades enfrentadas pelo garoto para manter a concentração nas aulas da turma de alfabetização, por seu comportamento inquieto e a o relacionamento distante com demais colegas. Mesmo sabendo que o filho sempre foi uma criança esperta, a corretora de seguros Andreia Mesquita ficava impaciente com o grande tempo que Bruno gastava para fazer as tarefas da escola e chegou a acreditar que o menino estivesse desenvolvendo algum problema de saúde. “Procuramos os professores dele e fui encaminhada para uma fonoaudióloga. Foi então que conseguimos confirmar que ele não estava doente, mas sofrendo de dislexia”, lembra Andreia. A dislexia é um distúrbio de aprendizagem que causa dificuldades na leitura, na escrita e na soletração. O transtorno, na maioria dos casos, é identificado durante a infância e pode comprometer o desenvolvimento escolar de crianças em período de alfabetização.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Gerada por condições genéticas e hereditárias, a dislexia tem raízes no padrão neurológico e não está relacionada à alfabetização deficiente, a deficiências intelectuais ou à personalidade da criança. “O disléxico não pode ser rotulado como burro. Pelo contrário, a maioria desenvolve habilidades múltiplas”, explica Alice Sumihara, psicoterapeuta e fonoaudióloga especialista em educação. Segundo a profissional, o problema se resume à dificuldade de decodificar e absorver informações seriadas. “Para o disléxico, a leitura não segue o sentido linear como para quem lê regulamente. Não há regra, ‘começar da esquerda, terminar à direita’. O disléxico dá voltas no texto, não consegue decodificar as informações de forma organizada, tendo que traçar um caminho bem mais longo até compreender a informação”, afirma. Normalmente, a criança com dislexia domina a linguagem com atraso, é propensa a trocar letras e fonemas na hora de falar e escrever, apresenta dificuldades para organizar sequências numéricas, diferenciar cores e memorizar músicas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Para diminuir o impacto de suas limitações, Bruno, aos 8 anos, mudou-se para uma escola preparada para atender alunos com dificuldades de aprendizagem e deu início à psicoterapia e acompanhamento médico. “Foi um processo lento de tratamento que segue até hoje, para que ele conseguisse ler e se relacionar melhor com os colegas de sala”, conta Andreia. Ao conhecer o problema do filho, ela lembra que se sentiu perdida e culpada pela pressão sobre Bruno. “Cheguei a crer que meu filho fosse menos inteligente e acabei duvidando de sua capacidade”, conta. “Hoje ele pede para ler, pede que eu compre seus gibis e livros favoritos. Há algum tempo, nem poderíamos imaginar esse tipo de atitude vindo dele, o que me deixa muito mais feliz e orgulhosa.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Descoberta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Desconfiada da grande dificuldade que o filho tinha de se relacionar com outras crianças e para desenvolver a fala aos 2 anos, a servidora pública Renata Livramento Freitas, 35, decidiu levar o pequeno Thiago, hoje com 9, a um profissional especializado. “Thiago falava com dificuldade, trocando sílabas e de forma embolada. A fonoaudióloga nos explicou que ainda era muito cedo para afirmar que ele tinha dislexia, mas que seu caso era de risco para o distúrbio”, explica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Marilene Oliveira, especialista que acompanha o caso, explica que, para Thiago, o diagnóstico para confirmação da dislexia será fechado com o tempo. “Só é possível confirmar o problema em crianças que já estão em fase de alfabetização, já que a dislexia caracteriza-se pela falta de compreensão para informações escritas. Crianças com menos de 8 anos não recebem esse tipo de diagnóstico. São necessários vários meses e uma avaliação longa do histórico e da saúde do paciente, a fim de descartar qualquer outra possibilidade”, detalha. Durante a fase de análise, são descartadas as doenças ligadas ao intelecto, problemas visuais e auditivos, entre outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;“Normalmente, o diagnóstico deve ser feito por equipe multidisciplinar, devendo a criança ser avaliada por um pediatra ou neuropediatra, psicólogo ou psicopedagogo, e fonoaudiólogo.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A mãe acredita que a descoberta precoce ajudou na evolução de Thiago: “Ele sabe que, de alguma forma, é diferente e que sempre terá que se esforçar mais que os outros. Acho que ele nem sabe o significado de dislexia, o que por um lado é bom: ele sabe que é normal, e sofre menos do que outras crianças com o mesmo problema”. Camila Hayashi, psicopedagoga especializada em distúrbios de aprendizagem, explica que o tratamento precoce auxilia o disléxico a chegar a uma idade adulta com menos dificuldades para conviver com suas limitações. “Quanto menos tempo levar para descobrir o problema, menos a pessoa estará suscetível a dificuldades emocionais e ansiedade ligadas à pressão de reaprender a ver o mundo de significados ao seu redor”, avalia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Parceria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Neila Paim Dias, orientadora educacional do Colégio Ciman, explica que a participação da escola é fundamental para diminuir as dificuldades vividas pelo estudante no ambiente das aulas e, por consequência, na vida pessoal. “Esse aluno deve ser olhado de forma diferenciada. É um trabalho de dedicação, no qual o professor deve ter a preocupação principal de garantir que ele compreenda as explicações sem interferir na autonomia do aluno, questionando sobre as necessidades, ajudando-o a ler sempre que necessário.” Ticiane Alencar, orientadora educacional do Centro de Ensino Médio Setor Leste, lembra que é importante enfatizar que o aluno não está sendo tratado de forma diferenciada porque é menos capaz. “Cabe ao professor evitar rótulos para que essa transição até a alfabetização seja tranquila para a criança. As avaliações para esse aluno serão diferenciadas, exigirão muitas vezes o apoio de um ledor, e na sala de aula a dinâmica será diferente. Mas o aluno deve ter reafirmada, a todo momento, sua capacidade de aprimoramento contínuo.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Quando diagnosticada, a dislexia exige grande esforço, tanto da família quanto da escola, para que o aluno se readapte à rotina escolar e não perca a motivação para os estudos. “As crianças se sentem incapazes de realizar suas tarefas, sendo forçadas a lidar com medo, pressões e sentimentos de rejeição”, destaca Alice Sumihara. “O pai deve estar atento ao que é feito na escola. Bons médicos e profissionais da saúde, por outro lado, devem sair do trabalho feito no consultório e ajudar a orientar pais e professores, que às vezes estão despreparados para o desafio de ajudar a criança”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Algumas escolas particulares do DF contam com equipes de orientação pedagógica preparadas para atender crianças com dificuldades de aprendizagem, como a dislexia. Além disso, o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF (Sinepe) oferece cursos de inclusão, em que professores aprendem a reconhecer as diferenças dos alunos e a trabalhar a socialização e a aprendizagem. Na rede pública de ensino, as escolas são atendidas por equipes especializadas de apoio à aprendizagem, ligadas à Subsecretaria de Educação Básica da Secretaria de Educação, lotadas prioritariamente em escolas de ensino infantil, fundamental e em centros de ensino especial. Escolas que não contam com acompanhamento fixo podem solicitar atendimento aos Núcleos de Monitoramento Pedagógico das regionais de ensino, que encaminharão as demandas às equipes especializadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape) oferece, em seus cursos para professores da rede pública, orientações técnicas para atendimento de alunos com deficit de aprendizagem. Profissionais interessados em cursos e orientações específicas também podem entrar em contato os coordenadores de formação da Eape.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Dislexia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Algumas indicações.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;» Parentes próximos (até terceiro grau) que tenham dislexia.&lt;br /&gt;» Atraso na fala.&lt;br /&gt;» Troca de sílabas, dificuldade de diferenciar direita/esquerda, par/ímpar, informações sequenciais (como números e palavras), cores, dificuldade em aprender músicas.&lt;br /&gt;» Falta de interesse por livros, desconcentração, dificuldade de socialização.&lt;br /&gt;Como ajudar&lt;br /&gt;» Conteúdos da escola devem ser revistos sempre, com ajuda do professor e com os pais.&lt;br /&gt;» Peça que a criança repita a ordem e o conteúdo com suas próprias palavras do que foi lido ou explicado, para estimular a memorização, grande aliada do disléxico.&lt;br /&gt;» Use material colorido e grande para aprendizado de letras e números.&lt;br /&gt;» Tenha paciência para que a criança cumpra suas tarefas, repetindo o comando se for necessário.&lt;br /&gt;» Encoraje a criança a solicitar ajuda e não ter vergonha de fazê-lo.&lt;br /&gt;» Professores e amigos devem conhecer as limitações da criança e estimular seu aprendizado sem discriminação ou interferência em sua autonomia.&lt;br /&gt;» Enfatize as habilidades que a criança desenvolve em outras áreas.&lt;br /&gt;» Leia para seu filho, todos os dias, jornais e revistas de interesse.&lt;br /&gt;» Permita que use um apoio, como uma régua, para ler as linhas em sequência.&lt;br /&gt;» Encoraje a criança a deixar bilhetes ou avisos e a escrever cartinhas para amigos e familiares, sem se importar como isso será feito.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-7385239062057496947?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/7385239062057496947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/estudantes-com-dislexia-tem-dificuldade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/7385239062057496947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/7385239062057496947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/estudantes-com-dislexia-tem-dificuldade.html' title='Estudantes com dislexia têm dificuldade em se concentrar'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-4069782986913742962</id><published>2011-02-18T13:17:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T13:35:43.231-08:00</updated><title type='text'>MEC sugere não reprovar aluno nos três primeiros anos do Fundamental</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;                             Especialistas acham que a aprovação automática funciona. Críticos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;defendem uma avaliação para que o aluno tenha melhor rendimento.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                            &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                Edição do dia 18/02/2011 - Bom Dia Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é lei. Apenas uma recomendação, mas tem provocado muita discussão nas escolas de todo o Brasil. Governos, professores, pais e mães avaliam se reprovar os alunos nos primeiros anos do Ensino Fundamental é eficaz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As últimas pesquisas mostram que a evasão escolar – quando a criança sai e não volta mais para a escola – tem aumentado nos primeiros anos de estudo. A aprovação automática ainda divide opiniões. Nessa discussão toda, só existe um consenso: as crianças precisam aprender. O desafio é o que fazer para que elas aprendam. Não reprová-las nos primeiros anos? Alguns educadores e o Ministério da Educação acham que esse pode ser o caminho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O governo lembra que pesquisas mostram que os alunos que mais abandonam as escolas, desistem de estudar e de aprender são os reprovados nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Agora, a decisão sobre o novo sistema vai ser mesmo das escolas, que podem ou não continuar reprovando os alunos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Irmãos gêmeos, Felipe e Isabela estudam na mesma sala. Aos 6 anos, eles aprenderam a ler e já perceberam que, apesar das semelhanças, cada um tem um ritmo próprio. “Eu leio mais rápido e ele tem dificuldade”, comenta a menina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eles estão alfabetizados. Outros colegas vão precisar de mais algum tempo. O aluno que termina o 1º ou o 2º ano do Ensino Fundamental, com 6 ou 7 anos, e ainda tem alguma dificuldade para ler ou escrever precisa repetir a série para aprender? O Ministério da Educação acha que não e recomenda o fim da reprovação nessa fase.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na década de 1980, de cada 100 crianças 40 repetiam já no primeiro ano. O último levantamento mostra que em 2009 a taxa ficou em 5%, mas o MEC considera muito e quer aprovar todos. A proposta é criar o ciclo de alfabetização em três anos. No segundo ano, o estudante faz uma prova do MEC. Com ela, o professor identifica dificuldades e, se for o caso, define atividades de reforço. No meio do caminho, ninguém perde o ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Nenhuma criança pode terminar o 3º ano sem estar plenamente alfabetizada. As pesquisas mostram que a grande responsável pelo fracasso escolar é a reprovação. Quanto mais precoce a reprovação, maior será o fracasso”, avalia Maria do Pilar Lacerda, secretária de educação básica do Ministério da Educação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O atraso escolar também seria combatido. Dados do IBGE revelam que, em 2009, só 63% dos alunos concluíram o Ensino Fundamental em dia ou com, no máximo, um ano de atraso. Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e o Distrito Federal já adotaram a medida. Acham que a reprovação no começo da vida escolar só traz prejuízo aos alunos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Não faz sentido que uma criança, ao final de um ano, por não ter completado o processo de alfabetização seja obrigada a voltar da estaca zero, como se nada tivesse aprendido no ano anterior”, defende Erasto Fortes, secretário-adjunto de Educação do Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Professores dizem que a proposta do MEC, em tese, é boa, mas argumentam que falta estrutura para colocá-la em prática.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Os professores que têm as classes super lotadas, por exemplo, não têm os espaços necessários para que essas crianças possam participar de atividades que visem superar as dificuldades que elas têm”, afirma Roberto Franklin de Leão, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Reprovar é um último recurso extremo. Agora, não é aprovar automaticamente. É garantir que o aluno aprenda. O sistema tem de funcionar acompanhando, avaliando e corrigindo”, observa Ruben Klein, consultor da Fundação Cesgranrio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A pedagoga Leda Gonçalves de Freitas, da Universidade Católica de Brasília, argumenta que o aluno só será mesmo alfabetizado no final do ciclo de três anos, como quer o MEC, se houver mudanças em todo o sistema de ensino.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Nós temos de pensar o conteúdo desse ciclo e o que fazer nesses três anos para que o aluno efetivamente seja aprovado. Se não construirmos essas condições, você só estará adiando um processo de reprovação”, disse a pedagoga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Ministério da Educação informou que está investindo também na qualificação de professores, mas escolas superlotadas, professores sem tempo para planejar as aulas, enfim, condições ruins não ajudam nem um pouco na formação dos alunos e desanimam até. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-4069782986913742962?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/4069782986913742962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/mec-sugere-nao-reprovar-aluno-nos-tres.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/4069782986913742962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/4069782986913742962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/mec-sugere-nao-reprovar-aluno-nos-tres.html' title='MEC sugere não reprovar aluno nos três primeiros anos do Fundamental'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-4799908622309857006</id><published>2011-02-16T10:14:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T10:21:02.631-08:00</updated><title type='text'>1º Encontro de 2011</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;1º Encontro de 2011 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Articuladores, Coordenadores Intermediários do BIA e 4º e 5º anos e Gestores dos CRAS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Local: CAIC Ayrton Senna&lt;br /&gt;Data: 17/02/2011&lt;br /&gt;Horário: 14horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Apresentar a equipe do CRA/4º e 5º anos, o Plano de Ação para os gestores dos CRAS e ouvir suas expectativas para o ano de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pauta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Acolhida.&lt;br /&gt;2. Apresentação das equipes.&lt;br /&gt;3. Expectativa dos gestores em relação ao trabalho do CRA.&lt;br /&gt;4. Apresentação do Plano de Ação do BIA.&lt;br /&gt;5. Considerações finais.&lt;br /&gt;6. Avaliação.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Não há processo, técnica ou instrumento de planejamento e faça milagre. O que existe são caminhos, mais ou menos adequados”. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(Vasconcelos, 2002, p.37)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-4799908622309857006?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/4799908622309857006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/1-encontro-de-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/4799908622309857006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/4799908622309857006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/1-encontro-de-2011.html' title='1º Encontro de 2011'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-8206351748919846664</id><published>2011-02-14T08:10:00.000-08:00</published><updated>2011-02-17T03:30:50.347-08:00</updated><title type='text'>Artigo Publicado na Revista do Bloco Inicial de Alfabetização de Samambaia "Acontece no BIA" - Ano 3 - Edição 03/2010</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ABzGM5pO3dE/TVlUpq5vtzI/AAAAAAAAAKk/RIXDjLRxAEc/s1600/Foto%2B-%2BAna.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 173px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573579088715560754" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ABzGM5pO3dE/TVlUpq5vtzI/AAAAAAAAAKk/RIXDjLRxAEc/s200/Foto%2B-%2BAna.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;ALFABETIZAÇÃO OU LETRAMENTO?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana Cristina Araújo dos Santos&lt;br /&gt;Escola Classe 407&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No mundo todo, as sociedades estão cada vez mais centradas na escrita. Ser alfabetizado, isto é, saber ler e escrever, tem se revelado condição insuficiente para responder adequadamente às demandas contemporâneas. Além da simples aquisição do código escrito, é preciso fazer uso da leitura e da escrita no cotidiano, apropriar-se da função o social dessas duas práticas; é preciso letrar-se.&lt;br /&gt;Apesar de não ser registrado nos dicionários brasileiros, o conceito de “letramento” surgiu devido à insuficiência reconhecida do presente na escola, traduzido em ações pedagógicas de reorganização do ensino e reformulação dos modos de ensinar.&lt;br /&gt;A palavra letramento, assim como o conceito que ela nomeia, entrou recentemente no nosso vocabulário. Apesar de não ter sido incluída nos mais recentes dicionários, sendo uma palavra usada quase que só por pesquisadores, o mesmo não acontece com o conceito que ela nomeia, uma vez que o conceito de alfabetização tornou-se insatisfatório.&lt;br /&gt;O conceito de letramento no Brasil surgiu do reconhecimento de um fenômeno que, até então, não tinha significado social. (NASCIMENTO, 1998 p.9).&lt;br /&gt;No início dos anos 90, começaram a surgir os ciclos básicos de alfabetização, em vários estados; mais recentemente a Lei de Diretrizes e Bases, de 1996 criou os ciclos na organização do ensino.&lt;br /&gt;O sistema de ensino e as escolas passam a reconhecer que alfabetização, entendida apenas como a aprendizagem da mecânica do ler e do escrever e que se pretendia que fosse feito em um ano de escolaridade, nas chamadas classes de alfabetização, é insuficiente. Além de aprender a ler e a escrever, a criança deve ser levada ao domínio das práticas sociais de leitura e escrita. Os procedimentos didáticos de alfabetização acompanham essa nova concepção: os antigos métodos e as antigas cartilhas são substituídos por procedimentos que levam as crianças a conviver, experimentar e dominar as práticas de leitura e de escrita que circulam na nossa sociedade tão centrada na escrita. (NASCIMENTO, 1998 p.18).&lt;br /&gt;Segundo TFOUNI (1988, p. 16), em obra que foi uma das primeiras a não só utilizar, mas também a definir o termo letramento, conceitua-o em confronto com alfabetização, conceito que reafirma em obra posterior: “Enquanto a alfabetização ocupa-se da aquisição da escrita por um indivíduo, ou grupo de indivíduos, o letramento focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade”.&lt;br /&gt;Assim, para TFOUNI, letramento são as conseqüências sociais e históricas da introdução da escrita em uma sociedade, “as mudanças sociais e discursivas que ocorrem em uma sociedade quando ela se torna letrada”. (1995, p.20).&lt;br /&gt;Segundo MAGDA SOARES, em sociedades grafocêntricas como a nossa, tanto crianças de camadas favorecidas, quanto crianças de camadas populares convivem com a escrita e com práticas de leitura e escrita cotidianamente, ou seja, vivem em ambientes de letramento.&lt;br /&gt;Felizmente, a alfabetização é uma etapa que pode ser vencida pela esmagadora maioria das crianças, independentemente de Q.I ou nível sócioeconômico.&lt;br /&gt;A discussão sobre os métodos se torna pertinente a partir da definição correta do objeto: se é letrar, a questão de métodos é irrelevante. Se é alfabetizar, o método se torna uma questão fundamental, e a pergunta, simples: Qual método funciona melhor?&lt;br /&gt;É infrutífero falar de métodos ou materiais (cartilhas e outros) sem um acerto sobre o conceito de alfabetização. Essa discussão só vingará se o Ministério da Educação criar o foro e o mecanismo adequado para conduzí-la a chegar a bom termo como já ocorreu na maioria dos países. Estabelecer uma política adequada de alfabetização é a condição necessária para alfabetizar. Isso depende essencialmente da revisão dos Parâmetros é Curriculares Nacionais de alfabetização do MEC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;NASCIMENTO&lt;/strong&gt;, Milton do. Alfabetização como objeto de estudo: uma perspectiva processual. In: ROJO, R, Alfabetização e Letramento. São Paulo. Editora Cortez, 1995.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SOARES&lt;/strong&gt;, Magda Becker, (1998). Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: autêntica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(2003). Alfabetização:&lt;/strong&gt; a ressignificação do conceito. A alfabetização e cidadania; nº 16 p. 9-17.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TFOUNI&lt;/strong&gt;, Leda Verdiani (1988). Adultos não alfabetizados: o avesso do avesso. Campinas: Pontes. (1995). Letramento e alfabetização. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-8206351748919846664?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/8206351748919846664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/alfabetizacao-ou-letramento-ana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/8206351748919846664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/8206351748919846664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2011/02/alfabetizacao-ou-letramento-ana.html' title='Artigo Publicado na Revista do Bloco Inicial de Alfabetização de Samambaia &quot;Acontece no BIA&quot; - Ano 3 - Edição 03/2010'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ABzGM5pO3dE/TVlUpq5vtzI/AAAAAAAAAKk/RIXDjLRxAEc/s72-c/Foto%2B-%2BAna.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-4172709314730777349</id><published>2010-03-24T08:05:00.001-07:00</published><updated>2010-03-24T08:05:27.076-07:00</updated><title type='text'>Artigo Publicado no 2º número da Revista  Acontece no BIA</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;"Coordenação Coletiva – Espaço Garantido para Formação e Planejamento."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: right'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Mirian de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: right'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;O anexo único à portaria nº 74, de 29 de janeiro de 2009, torna obrigatório a participação de gestores, Assistente Pedagógico, Orientador, Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem (EEAA), Coordenadores e Professores, ás quartas-feiras da coordenação coletiva da Instituição Educacional em todo o Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Espaço garantido para formação continuada e planejamento coletivo, suprimindo a prática individualista no âmbito da escola pública.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;A coordenação coletiva favorece a organização do trabalho pedagógico, estudos de temas relevantes contemplados no Projeto Político Pedagógico da escola, garantem condições de viver plenamente a cidadania, cumprindo seus deveres e usufruindo seus direitos, conscientiza todos da responsabilidade de propiciar aos estudantes a cultura do sucesso escolar. Para que isso aconteça é preciso desarraigar de suas práticas, dentre outras distorções a cultura da repetência que tem se apresentado como solução à não aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Momento necessário para estudos do: Projeto Político Pedagógico, currículo e regimento escolar, assim como reavaliar as práticas institucionais, a construção e reconstrução de projetos interventivos que apontem a possibilidade de desenvolvimento de trabalho coletivo e contextualizado. A coordenação coletiva é um espaço que oportuniza a discussão, a troca, o diálogo e a reflexão do trabalho docente, emergente dos instantes ricos da coordenação pedagógica. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;O planejamento de ensino sob a forma de centro de interesse não permitia a articulação da ação pedagógica em todos os níveis de ensino. Além disso a fragmentação das práticas precisava ser superada, o grupo optava pela organização do ensino por meio de temas geradores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;A tematização da realidade é feita, então, com base em problemas ou necessidades que se evidenciam nas mediações com o estudante que possam ser imediatamente atendidos, serem encaminhados para as vivências ou participarem dos reagrupamentos que facilitariam o processo de alfabetização e letramento, de acordo com a Proposta Pedagógica do Bloco Inicial de Alfabetização - BIA, considerando as fases do desenvolvimento humano, as características pessoais e o contexto sociocultural do estudante. Este procedimento didático foi utilizado com sucesso nas instituições de ensino, desde a instituição dos Centros de Referência em Alfabetização – CRAS, por meio da Portaria nº 283 de 2005 da Secretaria de Educação do Distrito Federal, com a função de atender às demandas apresentadas pelas instituições que atuam com turmas do BIA, acompanhando e subsidiando o trabalho desenvolvido e contribuindo com projetos construídos pelos professores, coordenadores e equipes nas condições coletivas seguindo os princípios metodológicos da Proposta Pedagógica do BIA. Neste sentido, consideram-se como essenciais os seguintes princípios: &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;formação continuada de professores;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;trabalho coletivo em reagrupamento de alunos;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;trabalho com Projeto Interventivo;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;avaliação formativa no processo de ensino e de aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;A proposta do BIA requer planejamento e execução de ações conscientes que comprometam todos os envolvidos a planejar e desenvolver atividades pedagógicas de acordo com as especificidades do ensino ou características do grupo, que supere a história de fracasso constituída nos anos iniciais de alfabetização.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Aos gestores, cabe a responsabilidade de conscientizar os profissionais envolvidos na construção coletiva a importância do "aprender a ensinar", valorizar a reorganização do trabalho pedagógico, de modo a favorecer a troca de informações, aos estudos, a realização de oficinas e a divulgação de ações pedagógicas que contribuam com a formação do sujeito desta AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO, transformando e potencializando as ações educativas diárias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 36pt'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 35pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Segundo Marques (1988, p.p. 160 a 165)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 106pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;"A aprendizagem realiza-se nas relações face a face, ou melhor, ouvido a ouvido de alunos e professores postos à escuta das vozes que os interpelam. Ao educando cabe a palavra da realidade nova interpelante; ao educador, a palavra alicerçada na experiência de vida a capacidade de discernimento, no compromisso com a busca do saber, com a precisão cabe também a disciplina do estudo, com a interpretação ética da vontade coletiva, na finalidade ao projeto da emancipação humana."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Nas propostas da escolares, a avaliação do processo de ensino e aprendizagem assume também um caráter coerente com as concepções que orientam a ação educativa, é considerada como um elemento de diagnóstico permanente, auxiliando professores, estudantes e pais no acompanhamento do processo educativo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Os docentes já conseguem conceber a avaliação como mediação para rever suas práticas, graças à re-leitura constante do fazer pedagógico em cursos de formação, em estudos que os tornam capazes de "olhar" e atender à necessidades dos estudantes no processo de ensino e aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Segundo Hoffman (Mediação, 1999): "Não há como se falar em avaliação qualitativa, enquanto acompanhamento e mediação, que não aconteça no cotidiano da ação educativa e que não absorva a dinâmica da construção do conhecimento."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;O repensar da prática caracteriza o modo de ser e de fazer do professor, fator determinante do que acontece na sala de aula, propiciar constante reflexão a cerca das ações e conseqüentemente mudanças de suas práticas pedagógicas. Freire (Paz e Terra, 1996), afirma –que " para o educador" o ato de aprender é uma constante construção/- reconstrução de saberes adquiridos e compartilhados ao longo de todo processo pedagógico, concomitantemente ligado à ação de constatar para mudar".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Sabe-se que esta constatação não está relacionada somente ao professor, mas do mesmo está sempre adquirindo novos aprendizados laçando-se a novos saberes, e isto resulta em mudanças de vários aspectos, gerando enriquecimento tanto para o educador quanto para o educando. Para Silva (SEDF, 2008).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 49pt'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 106pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;"Cabe ao professor assumir o seu papel de protagonista da mudança, como profissional que tenha mais do que a competência técnica; tenha o compromisso político com as mudanças que são indispensáveis e urgentes. Para isso, são necessárias políticas de formação de professores que conheçam como princípios: A complexidade da realidade social e de sala de aula". &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Paralelamente, o trabalho escolar deve dirigir-se no sentido de estimular no estudante o ser dirigente, o que exige esforço e disciplina, não uma disciplina exterior imposta e não educativa. Mas uma concepção de disciplina estabelecida pela própria coletividade, o que na escola seria envolver a todos no seu caminhar. Esta idéia é o germe da construção coletiva que deve permear as ações da escola.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;  Miriam de Oliveira é Pedagoga, Especialista em Gestão e Orientação Educacional, professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal, atua na Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem – EEAA do Centro de Ensino Fundamental Myriam Ervilha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;&lt;strong&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;__. Portaria 283 de 15 de setembro de 2005. Organização e Funcionamento do Ensino Fundamental com nove anos no Distrito Federal, 2005.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;__. Portaria nº 74 de 29 de janeiro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Freire, Paulo. Pedagogia e Autonomia: Saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terna, 1996.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Hoffmann, Jussara. Avaliação na pré-escola; Um olhar sensível e reflexível sobre a criança. Porto Alegre; Mediação, 1999.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;__ Marques, Mario Osório. Conhecimento e educação. Ijuí, Unijuí, 1988. (PP. 160 a 165).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;__Silva, Edileuza Fernandes da. Acontece no BIA (artigo) revista ano 1, edição 01 (p. 23 – 2008).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-4172709314730777349?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/4172709314730777349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2010/03/artigo-publicado-no-2-numero-da-revista_24.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/4172709314730777349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/4172709314730777349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2010/03/artigo-publicado-no-2-numero-da-revista_24.html' title='Artigo Publicado no 2º número da Revista  Acontece no BIA'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-5623927671164340001</id><published>2010-03-17T16:42:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T16:46:41.740-07:00</updated><title type='text'>I Fórum de Coordenadores e Supervisores 2010</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Realizaremos nesta sexta-feira dia 19 de março, o I Fórum de Coordenadores e Supervisores deste ano, não deixem de participar!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-5623927671164340001?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/5623927671164340001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2010/03/i-forum-de-coordenadores-e-supervisores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/5623927671164340001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/5623927671164340001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2010/03/i-forum-de-coordenadores-e-supervisores.html' title='I Fórum de Coordenadores e Supervisores 2010'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-934642160685383702</id><published>2010-03-17T07:40:00.001-07:00</published><updated>2010-03-17T07:40:39.613-07:00</updated><title type='text'>Artigo publicado no 2º número da Revista Acontece no BIA</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;A MEMÓRIA E A ALFABETIZAÇÃO NO BIA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: right'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: right'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Alessandro Araújo Bezerra&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: right'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Mariluce Mirian G. dos Santos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;         A vida é uma grande educadora; nos oferece oportunidades ao mesmo tempo em que nos estabelece obstáculos. Em tempos bíblicos a longevidade era tida por uma bênção divina, e a morte prematura parecia a muitos um castigo. A vida vem nos mostrando que o que pode se estabelecer como divina é a capacidade que cada um adquire, ao longo do tempo em sentir-se feliz com suas diversas realizações. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;    A formação continuada de um profissional em educação, por exemplo, pode trazer uma sensação de prazer, ao fazer com que o sujeito abra os olhos e o coração e perceba que a leitura gera conhecimento levando-o à sabedoria (que na verdade significa, proximidade com Deus). &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;O que não se pode é perder-se em suas memórias. A memória é uma evocação ao passado. É a capacidade humana para reter e guardar o tempo que se foi, salvando-o da perda total. A lembrança conserva aquilo que aparentemente se foi e talvez não retornará jamais. Aí entra a função do letramento, que se bem fundamentado por um bom profissional alfabetizador, assegura ao alfabetizando a função máxima do conhecimento que é o &lt;em&gt;conhecer &lt;/em&gt;uma realidade&lt;em&gt; para transformá-la.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;         Para alguns filósofos, a memória é a garantia de nossa própria identidade. Assim ao se alfabetizar uma pessoa, estabeleceu-se com ela uma conexão profunda com seu "eu" e o mundo do qual participa. Em sua obra &lt;em&gt;Confissões&lt;/em&gt;, Santo Agostinho escreve:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 180pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Chego aos campos e vastos palácios da memória, onde estão tesouros de inumeráveis imagens trazidas por percepções de toda espécie....É lá que encontro a mim mesmo...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;          Fica claro que a partir do letramento, a pessoa entra em um novo mundo de percepções contínuas, vendo-se como ser atuante e não casto de conhecimentos e ações transformadoras. Percebe-se isto, claramente ao se observar o desenvolvimento das crianças. Ao longo de sua alfabetização, ela atua como um ser teatral, que busca personagens, fantasias e sensações consigo e com outros, conhecendo-se, transformando-se e identificando pessoas e objetos que serão armazenados em sua memória, para com o tempo teorizar em relação às suas lembranças. Por isso um professor alfabetizador que não se identifica com a capacidade de memorização de uma criança, deixará lacunas e sensações frustrantes que serão&lt;span style='color:red'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;de sua responsabilidade, bloqueando pensamentos e até sentimentos. Isto pode ocorrer pelo fato de que no momento em que a mesma se alfabetiza, a utilização da imaginação é ferramenta fundamental. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;          A imagem que cada criança faz de seu professor ou de sua professora é na verdade um rastro ou um vestígio deixado pela percepção que ela carrega da relação que se estabeleceu com ele(a). Os empiristas, por exemplo, falam das imagens como reflexos mentais das percepções ou das impressões, cujos traços foram gravados no cérebro. A memória é retenção e a imaginação é protensão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;          Diante então, do que todo o corpo docente demonstra saber sobre alfabetização, letramento, educação formal, etc... acredito ser extremamente necessário não descuidarmos sobre nossa própria formação e não deixarmos que nossas memórias e lembranças se percam por omissões ou descuidos administrativos. Ao longo da história do Bloco Inicial de Alfabetização em Samambaia, tivemos muitos momentos nos quais a discussão pedagógica, com ênfase na formação continuada e nos registros avaliativos dos gestores, alunos e professores eram contínuos e seqüenciais. Não podemos perder a essência do BIA que é o de formar professores e atuar para que cada Instituição Pública de Ensino possua uma identidade concreta, voltada para o atendimento às necessidades educacionais de cada aluno e não presa a mecanismos administrativos e políticos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;As escolas em Samambaia sempre mostraram suas capacidades em especial a partir de 2006, a essência pedagógica das escolas vieram à tona e magníficos avanços vem se conquistando. Por isso a importância do BIA para as escolas, sejam elas do Ensino Fundamental ou mesmo do Ensino Médio. As escolas não podem ficar refém de pessoas e sim alimentar suas almas de ações pedagógicas que visem o bem estar de seus envolvidos, a formação contínua de seus profissionais e a busca de aprendizagem para todos, sem exceção.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;          O ato de ensinar é uma das condições humanas. Dificilmente encontramos profissões que exigem tanto do profissional quanto a de Professor. Sua exposição demasiada aos estudantes ás família destes estudantes e à sociedade em geral, o faz permanentemente sentir-se "acordado" mesmo quando "dormindo". O seu cansaço físico não supera o mental, pois sua força, sua paixão e seu heroísmo em ensinar ou gerir, muitas vezes disfarçam suas dores corporais. O que não quer dizer que essa compreensão esconda suas fragilidades. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Desta maneira não podemos esquecer que além da rotina, o prazer em se manter dentro de um ambiente escolar é necessário, o que leva ao gestor a responsabilidade de criar e manter situações agradáveis para todos, como espaço para a Coordenação do BIA, espaço de discussão e estudos para os professores, espaço para um bom bate-papo durante uma xícara de café e acima de tudo valorizar todos os tempos possíveis, desburocratizando ações e vivenciando conquistas. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-934642160685383702?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/934642160685383702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2010/03/artigo-publicado-no-2-numero-da-revista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/934642160685383702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/934642160685383702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2010/03/artigo-publicado-no-2-numero-da-revista.html' title='Artigo publicado no 2º número da Revista Acontece no BIA'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-689091731071830014</id><published>2009-12-07T11:19:00.001-08:00</published><updated>2009-12-07T11:19:05.493-08:00</updated><title type='text'>“ Acontece no BIA”</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;Por que uma Revista para o BIA?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;Para abrir espaço aos protagonistas na implantação do Bloco, professores e alunos, sujeitos construtores da história, que dão vida aos princípios e estratégias pedagógicas, transformando os processos de ensinar, aprender e avaliar, a partir da compreensão de que todos podem aprender. Dentro dessa perspectiva foi concebida a Revista "Acontece no BIA", um veículo de comunicação, informação e, sobretudo, interlocução com toda a comunidade escolar e que dá visibilidade às práticas pedagógicas inovadoras e às reflexões que o BIA suscita. No seu segundo número a Revista amplia o debate sobre a alfabetização e vai se consolidando como espaço de discussão a partir dos saberes e fazeres de quem faz a educação em Samambaia porque "quem sabe faz a hora não espera acontecer...".&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;                    Edileuza Fernandes da Silva&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-689091731071830014?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/689091731071830014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2009/12/acontece-no-bia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/689091731071830014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/689091731071830014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2009/12/acontece-no-bia.html' title='“ Acontece no BIA”'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-8656376409733090117</id><published>2009-11-25T11:22:00.001-08:00</published><updated>2009-11-25T11:22:38.443-08:00</updated><title type='text'>Participem do lançamento da nossa revista!!!</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 8pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Caro leitor,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 8pt'&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 8pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;      Aí está! Você terá em suas mãos o segundo número da revista Acontece no BIA – a revista do Bloco Inicial de Alfabetização de Samambaia. O primeiro número trouxe, entre outros temas, uma visão da Diretoria Regional de Ensino de Samambaia sobre a implantação do Bloco Inicial de Alfabetização-BIA em nossa cidade. Neste, o leitor será agraciado com a apresentação de trabalhos realizados pelos professores do BIA, observando-se que a qualidade do ensino, tão desejada por todos, está sendo atingida com grande competência.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 8pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;      A publicação destes trabalhos justifica-se ainda por estarmos concluindo, no ano de 2009, o primeiro ciclo da proposta do bloco que teve início em Samambaia em 2007.  Os objetivos e as metas traçadas no comprometido plano de ação das equipes de articuladores dos CRAs - Centros de Referência em Alfabetização, em ação conjunta com as Instituições Educacionais, o Núcleo de Monitoramento Pedagógico e a Assistência Pedagógica, estão sendo alcançados com notável eficiência. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 8pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;      O resultado do BIA em Samambaia é conseqüência direta de um trabalho marcado pela ação coletiva, por um clima de confiança mútua que favorece o compartilhamento de projetos, experiências, práticas e saberes; da sistematização da leitura, a partir das quatro práticas pedagógicas propostas por Klein (2002) e, principalmente, da formação continuada do professor, fato gerador de uma ampla revisão das práticas pedagógicas. Todas estas questões contribuem para o desenvolvimento de competências e habilidades que representem a progressão do estudante em seu processo de aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 8pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;      O acompanhamento pedagógico, a realização de exposições, o fórum de coordenadores, os circuitos pedagógicos, o desenvolvimento dos projetos, a avaliação sistemática e a revisão constante dos planos de ação, são as marcas de nossa ação pedagógica e têm sido fundamentais neste processo, especialmente no momento em que estamos concluindo o terceiro ano do BIA em Samambaia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 8pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;      Deste modo, temos a certeza de que esta publicação é a divulgação dos frutos que estamos colhendo e será mais um canal de divulgação efetiva do trabalho pedagógico desenvolvido na Diretoria Regional de Ensino de Samambaia. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center; margin-left: 8pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Desejamos-lhe uma boa leitura.&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;br /&gt;					&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center; margin-left: 8pt'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Antonio Magno Matias Pereira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;&lt;span style='font-size:10pt'&gt;Diretor da DRESAM&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-8656376409733090117?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/8656376409733090117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2009/11/participem-do-lancamento-da-nossa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/8656376409733090117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/8656376409733090117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2009/11/participem-do-lancamento-da-nossa.html' title='Participem do lançamento da nossa revista!!!'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-8298004472144371002</id><published>2009-10-05T18:56:00.001-07:00</published><updated>2009-10-05T18:56:51.047-07:00</updated><title type='text'>Reflexão</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Arial; font-size:9pt'&gt;&lt;em&gt;"Em todas as áreas, sobretudo na educação, o caminho se faz enquanto se anda. A grande descoberta é que não há exemplos prontos e fechados para seguir. O que há é um horizonte social, que inclui não uma forma acabada de estruturas sociais, mas um conjunto de princípios que servem de rumo dentro de uma realidade determinada e uma proposta metodológica que torne possível a aproximação deste horizonte."&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Arial; font-size:9pt'&gt;&lt;em&gt;                                                    Carlos H. Carrilho&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-8298004472144371002?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/8298004472144371002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2009/10/reflexao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/8298004472144371002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/8298004472144371002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2009/10/reflexao.html' title='Reflexão'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-240066999128899035.post-5073799713822838821</id><published>2009-07-04T16:57:00.001-07:00</published><updated>2009-07-04T16:57:35.293-07:00</updated><title type='text'>Professor cuide da sua saúde!!!</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;Saúde do professor&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='background: white'&gt;&lt;span style='color:#656565; font-family:Tahoma; font-size:9pt'&gt;O professor, para desenvolver sua prática, precisa ter muita força de vontade e persistência, pois existe um arsenal de atividades que são ligadas à profissão, tais como corrigir avaliações, elaborar atividades, preparar aula, além de permanecer longos períodos em pé. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A árdua atividade diária gera um grande desgaste ao corpo de um professor que pode deixá-lo fora das atividades durante um tempo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As principais conseqüências estão ligadas a problemas na voz, até por que é o principal instrumento de trabalho. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A voz é indispensável ao professor, pois é através dela que as informações dos conteúdos e conhecimentos em geral são transmitidas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por causa da enorme importância que a voz ocupa, é de extrema necessidade a conservação da mesma, cuidados com as cordas vocais são necessários para garantir a qualidade do ensino. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De acordo com a pesquisa de Nelson Roy, da University of Utah, de 259 professores entrevistados cerca de 62,9% disseram que já enfrentaram problemas vocais e aproximadamente 15% afirmam que certamente terá de no futuro mudar de atividade proveniente de problemas na voz. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que motiva problemas vocais nos professores são especialmente falta de informação sobre a utilização da voz, condições de trabalho desfavorável, extensa jornada de trabalho e muitos outros. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outros problemas ligados à prática docente são os problemas de postura, fadiga mental, alimentação inadequada que oferecem riscos de desencadear uma diminuição no sistema imunológico, ocasionando doenças de diversas naturezas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essas preocupantes informações são derivadas, segundo o médico generalista Ramiro Stelmach, de baixos salários, restrito tempo para se cuidar, má alimentação e muita exigência dentro da sala de aula, além disso, trabalha demais e descansa pouco. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abaixo alguns cuidados que devem ser colocados em prática para melhorar a qualidade de vida do professor e de seu ofício. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Ingerir várias vezes durante a aula, água em pequenas quantidades e em temperatura ambiente. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Usar bem as palavras. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Ter cuidado com o pó de giz. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Evitar alimentos pesados nos períodos de trabalho. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Evitar café, bebidas gasosas e cigarro, assim como derivados do leite. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Ao despertar realizar alongamentos para relaxar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- No banho, deixar a água incidir sobre os ombros para amenizar as tensões. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Exercícios de aquecimento e resfriamento vocal em momentos que antecedem as aulas e também depois das mesmas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Explorar a participação dos alunos para poupar a voz. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Descansar a voz nos intervalos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Caso seja possível, usar o microfone. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Visitar regularmente o fonoaudiólogo e o otorrino.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='background: white'&gt;&lt;span style='color:#656565; font-family:Tahoma; font-size:9pt'&gt;Por Eduardo de Freitas&lt;br/&gt;Graduado em Geografia&lt;br/&gt;Equipe Brasil Escola&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='background: white'&gt;&lt;span style='color:#656565; font-family:Tahoma; font-size:9pt'&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/240066999128899035-5073799713822838821?l=blogdobia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdobia.blogspot.com/feeds/5073799713822838821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2009/07/professor-cuide-da-sua-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/5073799713822838821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/240066999128899035/posts/default/5073799713822838821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdobia.blogspot.com/2009/07/professor-cuide-da-sua-saude.html' title='Professor cuide da sua saúde!!!'/><author><name>Blog do BIA de Samambaia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13529378424162487734</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
